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Como desburocratizar o Planejamento Urbano e transformá-lo em Política de Estado

Transformar Santos é olhar para dentro de seu próprio território, criando hábitos comportamentais sustentáveis, sendo capaz de agregar esforços no gerenciamento de seus ativos e recursos com maior eficiência, destinando seus investimentos de maneira a garantir o futuro das próximas gerações.

Para isso, o Plano Estratégico de Santos surge como uma iniciativa de caráter diferenciado, voltado para a construção de políticas de integração entre continente e território insular no desenvolvimento de uma Cidade para o Futuro. Uma iniciativa que explore as principais vocações da cidade e capture as ambições dos moradores e que atraia cada vez mais investimentos para uma Santos para o Futuro.

Construir uma cidade para o futuro é um grande desafio da gestão pública e requer, além do desejo de promover transformações no território, a capacidade de gerenciar seus investimentos. Foi pensando em uma perspectiva territorial mais ampla da cidade de Santos, que Jaime Lerner Arquitetos e Associados idealizou as inúmeras áreas previstas para a revitalização e reinvenção da cidade de Santos.

A promoção de um estudo técnico que reconheça o papel da "inovação" e da "criatividade" como um dos motores do planejamento urbano, promovendo o resgate social e econômico de sua população.

Cada projeto deve ser capaz de solucionar as problemáticas do município, proporcionando melhorias de qualidade de vida da população santista, estimulando o uso da cidade como um direito humano. Afinal, governar uma cidade não é uma tarefa fácil, agora imagina implementar políticas de interesse social, construídas de forma colaborativa com a sociedade e transformá-las em Políticas de Estado?

Tarefa difícil né?

Pois é! Governar Santos e ainda criar mecanismos de envolvimento do cidadão na construção de políticas públicas, demanda além do interesse governamental, os instrumentos jurídicos que permitirão a política perpassar os diferentes ciclos políticos e de fato ser eficaz.

Não adianta de nada pensarmos cidades para o futuro se não pensamos em como colocar em prática o planejamento estratégico traçado. E isso, acreditem, é uma das etapas mais difíceis do planejamento urbano.

Muitas das vezes, por conta da troca de mandatos, os projetos desenvolvidos em um governo correm o risco de perder-se durante o caminho. Por esse motivo, além de promover o desenvolvimento de projetos de Estado, não apenas de gestão, a Comunitas acredita ser essencial a construção de planejamentos com diretrizes que visem, não somente o momento atual de uma cidade, mas também o seu futuro.

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