Voltar
Temas

Estratégias do pacto: Tecnologias e Urbanismo

Conforme mencionado, o Pacto elaborado por Pelotas foi dividido em cinco eixos de atuação, abaixo listados, que serão detalhados a seguir.

Eixo 1: Policiamento e Justiça

Eixo 2: Repressão Administrativa

Eixo 3: Prevenção Social

Eixo 4: Tecnologias

Eixo 5: Urbanismo

 

Eixo 4: Tecnologias

Objetivo: Visa implantar tecnologias com potencial para redução dos índices de violência.

  • Estratégia Olho Vivo:

Implantação de equipamentos que amentem a capacidade de monitoramento em locais de risco e auxiliem na produção de inteligência policial.

Projeto cidade 24h: Projeto para a implantação de câmeras de videomonitoramento pelos empresários da cidade numa plataforma aberta e integrada.

Projeto GPS: Implantação de GPS em todas viaturas da Guarda Municipal e da Brigada Militar para auxilitar na implantação das estratégias Proativas de policiamento.

Projeto Cercamento Eletrônico: Instalação de câmeras para captação das placas dos veículos nas principais entradas e saídas da cidade e utilização de sistema de inteligência conectado com os sistemas do Governo do Estado e da Polícia Rodoviária Federal.

  • Estratégia Cidadão da Paz:

Utilização dos aplicativos de mensagens para a criação de grupos de vizinhança, nas comunidades e condomínios. Os grupos estarão conectados com a Central de Monitoramento do Município e da Brigada Militar.

 

Eixo 5: Urbanismo

Objetivo: Pretende implantar regras urbanísticas que promovam a convivência e o aumento da sensação de segurança na cidade, por meio do conhecimento produzido pela Prevenção ao Crime através do Urbanismo (CPTED – Crime Prevention Throug Enviromental Design).

Projeto plano diretor e convivência:  Alterações no Plano Diretor para estimular a convivência e a adoção de mecanismos que estimulem a melhoria de parques e praças, a melhoria da iluminação pública, a qualificação do mobiliário urbano e implantação de novos quiosques, lei cidade limpa, além de fachada ativa, prédios e zonas de uso misto, entre outras.

Projeto estudo de impacto de convivência (EISP): Os novos empreendimentos que possuem nível de risco mais elevado deverão elaborar um EISP, como determinado pela Lei 13.022/2014, onde deverão considerar os impactos para a segurança e estabelecer medidas mitigatórias, como o depósito de um valor determinado no Fundo Municipal de Segurança Pública, além de elaborar um Plano Interno de Segurança.

Voltar